Himalaia: Passado, Presente e Futuro

Estávamos descendo desde Gorak Shep (5160m), no Khumbu, já quase chegando no vilarejo de Dingboche (4360m), onde íamos passar aquela noite. Fiquei muito contente de rever aquela rústica stupa budista que está um pouco acima do povoado. Minhas lembranças retornaram onze anos no tempo, na primeira vez em que estive na região do Everest. Naquela ocasião eu havia tirado uma bela foto dessa stupa, com o monte Kantega (6779m) ao fundo. Agora era final de tarde e o tempo estava nublado, como é de costume. Então, decidi voltar na stupa no dia seguinte de manhã cedo, para tentar tirar uma foto igual.

Stupa, perto de Dingboche, com o Kantega (6779m) ao fundo. Foto tirada em abril de 1999.


A mesma stupa, 11 anos depois. Foto tirada em maio de 2010.


Pode-se dizer que a foto ficou parecida. Mas não igual. A stupa parece agora um pouco mais desgastada. Afinal, ela passou onze anos exposta às intempéries do tempo, debaixo de chuva, sol, neve, calor, frio. A pintura agora está mais apagada. Os olhos pintados já são quase imperceptíveis. A stupa está praticamente sem os olhos, como se ela já não quisesse mais ver o mundo ao seu redor. Imaginei que a stupa esteve aí parada, todos esses anos, observando as mudanças que ocorreram na região.

A pintura desgastada reflete uma falta de cuidado das pessoas que vivem por lá para com a stupa. Uma crescente falta de interesse para com as tradições. Pode-se notar isso claramente nas novas gerações. A maioria dos jovens já não segue os costumes do seu povo, que os mais antigos ainda seguem. A nova geração parece estar cada vez mais ocidentalizada. Parece que as antigas tradições estão sendo aos poucos esquecidas. E em breve, certamente irão desaparecer.

Durante toda a caminhada que fizemos, notei um grande crescimento da quantidade de lodges (pousada e restaurante para turistas) nos vilarejos. Comparando-se com onze anos atrás, houve um grande crescimento na estrutura para atender o turismo de trekking. Naquela época já parecia que havia muita coisa. Mas agora há muito mais. E continua crescendo. No caminho cruzamos com dezenas de lodges sendo construídos. Além disso, atualmente os lodges oferecem muito mais coisas. O cardápio está mais completo. Quase todos os lodges oferecem banho quente (que é pago a parte). Porém, grande parte ainda utiliza lenha para aquecer a água. Madeira essa que vem do desmatamento, e que é usada não só como lenha, mas também para a construção de novos lodges. Fiquei assustado com o desmatamento em alguns trechos da trilha. Há lugares que lembro de ter passado rodeado de árvores e que, agora, onze anos depois, está praticamente sem nenhuma árvore. O principal exemplo está na subida para o passo Lamjura Bhanjyang (3530m), onde o desmatamento atual chega a ser chocante.

Outra mudança que notei, assim que iniciamos essa caminhada na região do Khumbu, foi com relação a construção de novas estradas. Onze anos atrás, iniciei a caminhada na cidade de Jiri, pois naquela época a estrada não ia mais além. Já desta vez, nós começamos a caminhar em Shivalaya, onde atualmente é possível chegar de ônibus. Onze anos atrás, só era possível chegar em Shivalaya por caminhada, umas 3 horas andando em trilha. Atualmente, a estrada já vai mais além de Shivalaya: Ela chega até o vilarejo de Bhandar (que está à 5 horas de caminhada de Shivalaya), e acredito que em questão de mais alguns anos estará indo mais adiante ainda. Ainda não há ônibus indo para Bhandar, pois a estrada é muito ruim. Mas tudo é questão de tempo.

Já na caminhada que fizemos na região do Annapurna, parece que as estradas estão avançando ainda com maior velocidade. Hoje em dia é possível ir de jeep até os vilarejos de Kagbeni e Muktinath. E o projeto prevê em breve continuar a estrada até a cidade de Manthang, no Upper Mustang, uma área que é considerada de acesso restrito ao turismo, justamente para tentar conservar a cultura local. No entanto, é evidente que a construção desta estrada trará enormes mudanças culturais no Upper Mustang.

No outro lado do maciço do Annapurna a situação é parecida. Até pouco tempo atrás era possível chegar por estrada somente até a cidade de Besi Sahar, onde costumava-se iniciar a caminhada (o Circuito do Annapurna). Porém, atualmente está sendo construída uma estrada ao longo do vale do Marsyangdi Khola e já é possível chegar até Syange com jeep. O projeto prevê que a estrada chegará em breve até Manang.

Junto com a estrada, a modernidade está chegando nestes vilarejos, que até pouco tempo atrás somente eram alcançados através de caminhada. Os carregadores irão perder o emprego, enquanto outros poderão trabalhar como motorista de ônibus ou jeep. Os impactos desta obra na cultura local são enormes. E igualmente enormes são os impactos causados na natureza. Ficamos assustados com as grandes cicatrizes que a obra está deixando.

Agora quando passamos por lá, no trecho de Karte até Tal, pudemos ver de perto as obras de construção dessa estrada. Durante a caminhada, em dois momentos precisamos ficar um longo tempo esperando eles explodirem dinamites, até que o caminho estivesse livre para podermos passar. Em um dos trechos tivemos que cruzar uma encosta de pedras soltas e caindo, que haviam acabado ser detonadas. Ficamos espantados também com a falta de segurança para com os trabalhadores. Ninguém estava utilizando equipamentos de proteção (EPI), tais como capacete, luvas, calçado adequado, protetor auricular, etc.

Explosão de dinamites na obra de construção da estrada, no vale do Marsyangdi Khola, durante a caminhada do Circuito do Annapurna. A cada dia a estrada avança vale acima e, em breve, estará chegando até Manang. Após explodirem os dinamites, os trabalhadores, que aparecem esperando nesta foto, entram no local para retirar as pedras detonadas e fazer o acabamento com britadeira.


Na construção da estrada, a encosta rochosa é dinamitada. E abaixo da estrada toda a vegetação é destruída devido as pedras que caem durante a explosões. Uma grande cicatriz é traçada na montanha.


Até poucos anos atrás o trekking do Circuito do Annapurna levava em torno de 17 dias para ser feito. Nos últimos anos, no entanto, com a recente construção da estrada até Jomsom e Muktinath, pode-se fazer a caminhada em torno de 10 dias. É claro que ainda é possível caminhar os outros 7 dias do Circuito original, seguindo a maior parte do tempo ao pela estrada. Porém, por não ser muito agradável caminhar na estrada, a maioria das pessoas elimina esta parte da caminhada, pegando um ônibus ou um jeep.

Em breve, do outro lado do maciço, quando a estrada chegar até Manang, poderá ser eliminada outra semana de caminhada. Apenas restará o trecho do passo, o Thorung La (5416m), a ser vencido sem estradas. Assim, uma pessoa que esteja aclimatada, poderá cruzar de Manang até Muktinath em 2 dias de caminhada e, os demais trechos, poderá fazer de ônibus. Mas, qual é a graça?

Para os turistas que buscam longas caminhadas nas montanhas, boa parte do encanto da região está sendo perdido. Porém, talvez a região comece a atrair cada vez mais outro perfil de turista, que busca mais conforto e menos aventura. Aliás, parece que o Himalaia inteiro está evoluindo neste sentido. Cada vez mais, as pessoas que vêm ao Himalaia buscam mais conforto e menos aventura. É assim no trekking e é assim no alpinismo também. Cada vez mais, cresce a estrutura disponível para atender os desejos dos turistas. O perfil dos montanhistas que vem ao Nepal, seja para fazer trekking ou escalada, cada vez mais é de pessoas bem equipadas, com dinheiro, que querem um conforto razoável, que querem uma estrutura adequada para realizar seus objetivos. E quem não se encaixa neste perfil, tem preferido ir para outros lugares, menos visados que o Himalaia, menos turísticos e mais selvagens.

A região do Annapurna está protegida pelo “Annapurna Conservation Area Project” (ACAP). No folheto que recebemos quando pagamos a taxa de entrada, está escrito que a ACAP “tem por objetivo, atingir o equilíbrio entre conservação ambiental e o desenvolvimento sócio-econômico da região”. Porém, será que esta balança está equilibrada?

Parece que o lado do “desenvolvimento sócio-econômico” está com o maior peso. Infelizmente o dinheiro tem mais força. E a “conservação” fica em segundo plano.

Tanto na região do Annapurna como do Everest estão sendo constantemente construídos novos lodges para os turistas. Além disso, os lodges também cada vez oferecem mais produtos e serviços para atender a demanda de conforto do turista, tais como alimentos industrializados, bebidas engarrafadas, banho quente, etc. E cada vez mais as estradas avançam pelas montanhas, para permitir chegar de maneira mais fácil todos estes produtos, assim como permitir também que mais turistas possam vir. E não podemos esquecer também esses produtos e confortos que originalmente eram somente para atender os turistas, agora também fazem parte das necessidades básicas da população local. Mais do que somente para atender a demanda do turismo, a construção de estradas atende também as necessidades das pessoas que vivem na região. Afinal, como todo mundo, elas também querem os confortos da modernidade. Como todo mundo, elas também querem tomar refrigerante, comer chocolate, falar no celular, assistir televisão, acessar a internet, etc. Dessa forma, a construção de estradas é algo muito bem visto para a maioria das pessoas locais. E também seria injusto da nossa parte, dizer que a população dessas regiões não pode ter direito aos vicios do mundo moderno. Quem somos nós, turistas que vem passar somente algumas semanas no lugar, para dizer alguma coisa a quem vive o tempo inteiro lá. Assim como nós, que já somos totalmente dependentes os produtos da modernidade, eles também querem poder usufruir destes confortos. Esse é o caminho do nosso planeta.

Porém, infelizmente, os produtos da modernidade têm trazido cada vez mais lixo e impactos naturais para estas regiões.

Lixo, ao lado do vilarejo de Dingboche (4360m), no Khumbu: Garrafas plásticas, sacos plásticos, embalagens, latas, vidros, etc.


Realmente é uma tarefa muito difícil conciliar desenvolvimento e conservação. Geralmente, a ganância humana tende a dar mais importância para o desenvolvimento. O homem sempre quer mais, nunca está satisfeito com o que tem. Todos tem a ambição de crescer, de se desenvolver mais e mais. Os povos que vivem no Himalaia também querem se desenvolver economicamente. Mas e a conservação? Até onde é possível se desenvolver economicamente? Quantos lodges mais poderão ser construídos? Até quanto pode aumentar o turismo na região? Quanto lixo mais pode ser gerado? Quantos rios mais podem ser poluídos? Quantas estradas podem ser construídas? Será que não há um limite para o desenvolvimento?

Estas questões podem ser estendidas para o resto do mundo. Toda a humanidade quer se desenvolver. Os países querem crescer economicamente. Mais produtos são fabricados, mais se vende, mais se consome. Ao mesmo tempo, temos mais resíduos, mais lixo, mais poluição, mais desmatamento, maiores impactos na natureza. E a conservação? Onde está o limite para todo esse desenvolvimento? Será que é possível se desenvolver economicamente de forma infinita?

Sabemos que o espaço no nosso planeta é finito. E boa parte dos recursos oferecidos pela natureza também são finitos. Até onde queremos chegar?

De Manang à Besi Sahar - Annapurna Circuit (Parte 4) - Nepal

Dia 8 (13/06):

Deixamos Manang (3540m), dando continuidade à nossa caminhada. Passamos pelo pitoresco vilarejo de Bragha e seguimos, em uma descida suave pelo vale. Foi uma caminhada tranquila, que fizemos bem devagar, curtindo a paisagem. Chegamos no início da tarde no vilarejo de Pisang. E subimos por uns 15 minutos até Upper Pisang (3310m), a parte alta do povoado, onde nos hospedamos no Manang Marsyangdi Guesthouse (quarto para duas pessoas: grátis). De tarde caminhamos um pouco pelo bonito vilarejo.

Chorten, no caminho, pouco abaixo de Manang.


Mani Wall e Stupa


Passando por mais alguns chortens


Pedra esculpida e pintada com mantras budistas (“om mani padme hum”), em uma mani wall.


Mulas passando pela trilha, ao lado do rio Marsyangdi Khola. Essa foto foi tirada em frente ao vilarejo de Bragha.


Bragha é um pequeno vilarejo medieval. Nesta foto pode-se ver o monastério, que é um dos maiores da região.


Mulher, em Bragha


Ponte


Mulher


Stupa, durante a caminhada


Cabra


Cavalos


Casas de pedra, no vilarejo de Upper Pisang. Ao fundo, está Pisang. Upper Pisang é a parte mais antiga do povoado, onde encontramos algumas casas medievais.


Upper Pisang


Janela


Rodas de oração, em Upper Pisang


Rodas de oração


Gompa (monastério) em Upper Pisang


Interior da Gompa


Detalhe da pintura no teto


Monje, na Gompa de Upper Pisang. Logo após, eles nos convidaram a tomar um chá.


Dia 9 (14/06):

Saímos de manhã cedo de Upper Pisang (3310m) e continuamos nossa caminhada descendo pelo vale. Passamos logo abaixo da Paungda Danda, uma impressionante parede de rocha desgastada pela ação de um antigo glaciar, e seguimos descendo pelo lindo vale, cercado de outras bonitas paredes de rocha. Aqui a vegetação já é dominada por grandes árvores e o clima é mais úmido. Paramos para almoçar no povoado de Chame (2710m). De tarde caminhamos até pequeno vilarejo de Timang (2630m), onde nos hospedamos no Hotel Royal Garden (100 rúpias o quarto para duas pessoas).

Annapurna II (7937m), visto de Upper Pisang.


Mulheres na lavoura, em Upper Pisang.


Paungda Danda é uma impressionante rampa de rocha, com uns 45 graus de inclinação e mais de 1000m de altura, desgastada pela ação de um antigo glaciar.





Senhor trabalhando


Mani Wall, um pouco antes de chegar em Chame


Flores e borboleta


Ponte suspensa em Chame


Senhora, dona do restaurante onde almoçamos, em Chame.


Menina, no caminho para Timang


Dia 10 (15/06):

Acordamos às 5:00 para ver o maciço do Manaslu, antes do sol nascer. Este foi o objetivo de termos escolhido passar essa noite no vilarejo de Timang, de onde se tem uma linda vista da montanha. Tomamos o café da manhã e saímos relativamente tarde de Timang (2630m), continuando nossa caminhada, descendo pelo vale. No trecho de Karte até Tal cruzamos com muitas obras de construção de uma estrada. O projeto prevê em breve ligar Manang até a cidade de Besi Sahar, onde originalmente (até alguns anos atrás) começava a trilha do Annapurna Circuit. Devido as obras, em dois momentos precisamos ficar um longo tempo esperando eles explodirem dinamites, até que o caminho estivesse livre para passar. Em um dos trechos tivemos que cruzar uma encosta de pedras soltas e caindo, que haviam acabado ser detonatas. Não foi nada agradável ter que caminhar ao lado das obras. A modernidade está chegando nestes vilarejos, que até pouco tempo atrás somente eram alcançados através de caminhada. Os impactos desta obra na natureza e também na cultura local são enormes. Ficamos assustados com as grandes cicatrizes que a obra está deixando.
Chegando em Tal (1700m), paramos para almoçar em um lodge. Depois continuamos a caminhada até o vilarejo de Jagat (1330m), onde decidimos passar a noite. Nos hospedamos no Hotel Paradise (100 rúpias o quarto para duas pessoas).

Da esquerda para a direita: Aparece uma montanha que não conheço o nome (de aproximadamente 6500m); depois está o Manaslu (8156m); então aparece uma outra montanha que também não sei o nome (de aproximadamente 7000m); e por último está o Ngadi Chuli (7879m). Tanto o Manaslu quanto o Ngadi Chuli estão mais para trás que estas duas outras montanhas e, por isso, não aparentam seu real tamanho nesta foto.


O Manaslu (8156m), no lado direito da foto, aparece ao lado de uma montanha de aproximadamente 6500m, que está em primeiro plano, mais à frente, no lado esquerdo. O Manaslu é a oitava montanha mais alta do mundo e foi escalada pela primeira vez em 1956, por uma expedição japonesa. Seu nome vem da palavra ‘manasa’, que, em sânscrito, significa alma. Daí vem a sua mais conhecida tradução: “Montanha do Espírito”.


O Ngadi Chuli (7879m) está no lado direito da foto. Em primeiro plano, mais à frente, no lado esquerdo, está uma montanha de aproximadamente 7000m que não conheço o nome.


Casa de madeira, no pequeno vilarejo de Timang (2630m).


Passando pelo vilarejo de Dharapani, tivemos esta vista do vale que sobe no rumo norte. Para entrar neste vale é necessária uma permissão de área restrita. É aí que inicia o Circuito do Manaslu, um trekking ao redor do maciço do Manaslu. Segundo o guarda-parque que estava na guarita ao lado, esta montanha que aparece ao fundo se chama Mansuri.


Seguimos descendo pelo vale do Marsyangdi Khola, agora no rumo sul. Passamos por algumas bonitas paredes de rocha.


Borboletas


Mula carregando mantimentos para os vilarejos. Quando terminar a construção da estrada, provavelmente elas percam o emprego.


Cruzamos com este homem na trilha, carregando duas galinhas dentro de um saco. As galinhas caiam do saco e ele tinha que parar toda hora para arrumar.


Senhora fumando, em Jagat


Dia 11 (16/06):

Saímos bem cedo de Jagat (às 6:15) para tentar evitar de pegar muito calor na trilha. Seguimos até o vilarejo de Syange pela estrada de terra que estava em obras. Então, felizmente deixamos a estrada, cruzando o rio por uma ponte suspensa, e seguindo por uma trilha, pelo outro lado do rio. Isso tornou a caminhada muito mais agradável. Subimos até o bonito vilarejo de Ghermu e continuamos nossa caminhada, aproveitando a manhã enquanto ainda não fazia tanto calor. Chegamos no povoado de Bhulbule (840m) pouco antes das 13:00, onde cruzamos novamente o rio por uma ponte suspensa para reencontrar a estrada. Decidimos tentar voltar ainda neste dia para Pokhara. Então, pegamos um micro-ônibus para a cidade de Besi Sahar (800m), onde chegamos justo a tempo para, às 14:30, pegar o último micro-ônibus que saía com destino à Pokhara. No final da tarde, chegando em Pokhara, pegamos um ônibus urbano que nos deixou no bairro Lakeside, onde estava o nosso hotel. Foi um longo dia. E agora nós teríamos um bom tempo de merecido descanso.

Cachoeira próxima a Syange, vista durante nossa subida para Ghermu.


Senhor nos demonstrando um equipamento para fazer novelos de lã.


Meninas fazendo ‘samosas’ (um pastél típico da culinária indiana, recheado com batatas e temperado com curry).


Mulher peneirando farinha


Nas trilhas é bastante comum cruzar com crianças que estão indo para a escola. Quando não há escola no vilarejo onde moram, muitas vezes elas têm que caminhar por horas para ir para a aula.


Visual no caminho, com muitas plantações entre os pequenos vilarejos.


Coruja


Besouro


Uma libélula vermelha. Vimos uma azul também, porém essa não conseguimos fotografar.


Flor


Flores




Para ver as demais postagens sobre esta caminhada, clique nos links abaixo:

Annapurna Circuit (Parte 1)
Annapurna Circuit (Parte 2)
Annapurna Circuit (Parte 3)